Uma imobiliária achava que tinha uma base enorme de clientes. Parte dela era a mesma pessoa, repetida.
Antes
Quatro CRMs, nenhuma visão
Os leads estavam espalhados no CRM da imobiliária e em mais três CRMs de incorporadoras. Corretor trabalhava contato que outro corretor já tinha. O gestor não via o funil inteiro, e ninguém sabia o tamanho real da base.
O ponto de virada
Quantas pessoas, de verdade?
Quando a gente juntou as fontes, apareceu a mesma pessoa até quatro vezes. A conversa mudou de 'quantos leads a gente tem' para 'quantas pessoas, de verdade, querem comprar um imóvel com a gente'.
Base grande não é base boa. Primeiro a gente descobre quantas pessoas existem de verdade.
O que a gente fez
Uma pessoa, um cadastro, um corretor
A gente extraiu os dados de todas as fontes, por API e por ferramentas próprias. Unificou cada pessoa num cadastro só, somando o que cada CRM sabia dela e preservando notas e tarefas. Definiu regras claras para decidir com qual corretor o cliente fica quando havia duplicidade. Redesenhou o funil no Kommo, com distribuição automática por corretor, e emendou um programa comercial de 90 dias com diagnóstico por vendedor.
Depois
Menos leads no painel, mais verdade no funil
Hoje a imobiliária trabalha uma base única, com 19 corretores no mesmo funil. No começo houve estranhamento: o número de leads caiu, e os corretores questionaram. Caiu porque a mesma pessoa parou de ser contada várias vezes. Os indicadores de conversão depois da implantação ainda estão em coleta.
O que esse case ensina
Antes de comprar mais lead, vale saber quantos você já tem. Dado duplicado parece volume e esconde o funil.
Fontes dos números
- 5.610: dados de plataforma do cliente.





